
O porquê de optarem por uma residência de shows em São Paulo em vez de uma turnê pelo Brasil é algo que eles explicarão em novembro. É esperada uma coletiva de imprensa para o anúncio oficial do projeto, que está sendo tocado pela Live Nation, também a mesma produtora da “Turnê Nossa História”, a mais lucrativa do país em 2019, com bilheteria de R$ 120 milhões.
Na época, Sandy e Junior tiveram uma demanda altíssima por ingressos. A quantidade de pessoas nas filas virtuais surpreendeu a dupla e toda a equipe envolvida na turnê. A Eventim, responsável pelas vendas, identificou, pela quantidade de CPFs na fila, que havia demanda para até oito noites no Nubank Parque (na época Allianz Parque). O número de shows da residência será ainda maior, já que não haverá apresentações em outras cidades do país.

São esperados cerca de dez shows. O número pode aumentar. Em 2019, a dupla anunciou a turnê com dez datas agendadas e terminou o ano fazendo 18, quase o dobro.
Sandy e Junior podem adotar palco 360º
Uma informação que tem circulado extraoficialmente nos bastidores é que a residência de shows será com palco 360º. É o mesmo formato que Jão adotou em sua recém-estreada “Turnê Memórias Póstumas”, que levou 60 mil pessoas ao Nubank Parque – um recorde. O grupo de K-Pop BTS também utiliza o palco circular, com passarelas, na turnê que leva para o estádio MorumBIS neste mês. Outros exemplos são os “Ensaios da Anitta” e o “Tardezinha” do Thiaguinho.
Uma reunião de Sandy e Junior é sempre um negócio muito lucrativo. Marcas já estão interessadas em se associar à dupla no projeto, de olho na alta exposição que a residência de shows proporcionará. Os cantores têm imagem ilibada há décadas, prato cheio para o mercado publicitário. Nesta semana, a vice-presidente da farmacêutica Cimed postou no Instagram que tinha uma reunião para tratar de Sandy e Junior. Na “Turnê Nossa História”, a dupla reuniu marcas dos setores automobilístico, bancário, alimentício e de perfumaria como patrocinadores.



























