
Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Os temporais em Juiz de Fora causaram desmoronamento de terra, mortes de desparecimento de pessoas na cidade.
O Corpo de Bombeiros divulgou o balanço referente ao número de pessoas desaparecidas nas cidades de Juiz de Fora e Ubá, em decorrência das chuvas que caíram sobre as duas cidades da Zona da Mata na noite de domingo (23/2) e nessa segunda-feira (24/2). Ao todo, 43 pessoas estão desaparecidas e 25 mortes foram confirmadas nos municípios.
A corporação enviou 136 bombeiros para prestar o atendimento – 108 para Juiz de Fora e 28 para Ubá. Foram deslocados 22 militares de Belo Horizonte para prestar atendimento nas cidades.
O número de desaparecidos, até o momento, é de 43 pessoas – 40 em Juiz de Fora e 3 em Ubá.
Ao longo da madrugada, 13 vítimas foram resgatadas com vida em Juiz de Fora pelos Bombeiros. Do total de mortes até o momento, 18 ocorreram em Juiz de Fora e 7 no município de Ubá.
Um temporal na noite de domingo (22/2) em Juiz de Fora, Zona da Mata deixou diversas vias alagadas com 36 ocorrências registradas pela Defesa Civil –14 de escorregamento de talude e 12 de alagamentos.
Conforme divulgou a Defesa Civil no fim da manhã dessa segunda-feira (23/2), o mês de fevereiro já se configura como o mais chuvoso da história da cidade. Foram registrados 460,4 milímetros de chuva no município até as 10h. O recorde anterior era de fevereiro de 1988, quando o acumulado atingiu 456 milímetros.
Em Ubá, o temporal provocou o desmoronamento de casas, alagamentos em diversos bairros, enxurradas e obstruções das vias. Há o registro de vazamento de gás em uma das áreas atingidas, o que elevou o risco para moradores e equipes de resgate.
De acordo com a prefeitura, foram acumulados 124,2 milímetros de chuva em apenas seis horas. O volume intenso causou o extravasamento do Ribeirão Ubá, que inundou a Avenida Comendador Jacinto Soares de Souza Lima (Beira-Rio) e as pontes da região ainda na noite de segunda-feira (23/2).
Imagens que circulam nas redes sociais mostram carros “boiando” próximo à Ponte da Bandeira e veículos de uma concessionária sendo arrastados pela correnteza. Em um dos vídeos, um homem aparece segurando em um poste, com a água na altura dos ombros, para não ser levado pela enxurrada. Casas foram invadidas pela água e estabelecimentos comerciais ficaram destruídos.
Fonte:
www.em.com.br