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Operação desarticula esquema de falsificação de calçados em Minas Gerais

PCMG apreendeu mais de 15 mil pares de calçados falsos em Nova Serrana e Ouro Branco. Prejuízo estimado para as marcas é de R$9 bilhões anualmente

 

Mais de 15 mil pares de tênis falsificados foram apreendidos pela Polícia Civil nos municípios de Nova Serrana (MG), Região Oeste do estado, e Ouro Branco (MG), Região Central, na última terça-feira (31/3). A operação Replicário cumpriu 14 mandados de busca e apreensão e bloqueou cerca de R$ 10 milhões fruto, supostamente, de lavagem de dinheiro.

“As marcas já nos haviam fornecido informações sobre um prejuízo financeiro de cerca de R$9 bilhões anuais com estas falsificações. Ainda existe o prejuízo para o consumidor e o tributário para o Estado”,  afirmou o Delegado Anderson Resende, responsável pelo caso.

 

Segundo Resende, foram identificados uma fábrica em Nova Serrana e dois depósitos em Ouro Branco. Os produtos, principalmente das marcas Adidas, Mizuno, All Star e Vans, eram comercializados por meio da plataforma Mercado Livre, por uma página do Instagram e em um site próprio que segue em funcionamento. Um pedido de suspensão do site ainda será emitido pela PCMG.

Operação Replicário apreendeu 15 mil pares de calçados falsificados em Nova Serrana e em Ouro Branco-Divulgação/PCMG

A operação é resultado de uma investigação que já dura dois anos, iniciada por uma notícia crime de autoria da Adidas e da plataforma Mercado Livre, principal local de venda dos produtos. Com as informações das empresas, foi possível rastrear desde o fabricante até o consumidor final.

A operação é resultado de uma investigação que já dura dois anos, iniciada por uma notícia crime de autoria da Adidas e da plataforma Mercado Livre, principal local de venda dos produtos. Com as informações das empresas, foi possível rastrear desde o fabricante até o consumidor final.

Operação Replicário apreendeu 15 mil pares de calçados falsificados em Nova Serrana e em Ouro Branco-Divulgação/PCMG

 

Até o momento já foi confirmada a prática de crime contra as marcas, crime contra o consumidor, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Nenhuma prisão foi feita até a publicação desta reportagem.

“Pedimos o que a gente chama de postergação do flagrante, porque muitas vezes encontramos apenas os trabalhadores e os laranjas nesses locais. Provavelmente esta operação vai resultar em prisões porque já foram identificados os cabeças da organização: dois em Ouro Branco e um em Nova Serrana”, explicou Resende.

Delegados Anderson Resende Kopke, Adriano Assunção e Magno Machado Nogueira em coletiva de imprensa sobre Operação Replicário

 

Os envolvidos também podem responder por crimes trabalhistas, uma vez que dez trabalhadores da fábrica em Nova Serrana foram encontrados em situação insalubre. As informações serão repassadas para o Ministério do Trabalho para que as devidas providências sejam tomadas.

 

“A gente também observou o estado da fábrica, um local totalmente inadequado onde os trabalhadores não utilizavam equipamentos de segurança, com lixo e animais em volta. Um ambiente muito insalubre com produtos químicos que, com certeza, causa danos na saúde do trabalhador. Quando a gente entrou na fábrica, nos sentimos mal de respirar no local”, contou o delegado Magno Machado.

 

Fonte: em.com.br

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